terça-feira, 10 de julho de 2012


Fernando Gomes mostrou-se satisfeito com a aprovação de compromissos que havia assumido na sua candidatura
Compromissos cumpridos.

No cumprimento de uma das propostas apresentadas por Fernando Gomes no processo eleitoral, a Direcção da Federação Portuguesa de Futebol aprovou a criação de um Fundo de Garantia Salarial para o Futebol não profissional, que estará disponível para acorrer a situações de incumprimento salarial que afectem jogadores e treinadores de futebol dos campeonatos directamente tutelados pela FPF.


“Numa altura em que o contexto económico e financeiro afecta invariavelmente a actividade desportiva e também o futebol, tem especial importância o cumprimento de outro projecto que apresentámos quando nos candidatámos a gerir os destinos da FPF, que é a criação de um Fundo de garantia Salarial para o Futebol Não-profissional.


O flagelo dos salários em atraso e das debilidades dos clubes não é um exclusivo do futebol profissional e a Federação deve ser capaz de o reconhecer com frontalidade e agir em sentido responsável.


Por outro lado, em articulação com a Liga, que tem a competência directa pela organização dos campeonatos profissionais, o Sindicato de Jogadores e a Associação de Treinadores, nomeadamente em sede da Comissão Não Permanente criada na época passada, continuaremos disponíveis para participar naquelas que forem entendidas como as melhores soluções por parte dos agentes envolvidos.”, afirmou Fernando Gomes no final da reunião de Direcção, realizada na sede do organismo que tutela o Futebol Português.


A Federação Portuguesa de Futebol decidiu ainda duplicar e passar a distribuir por todas as Associações Regionais e Distritais a percentagem das receitas geradas pela realização dos jogos das Selecções Nacionais “A” e “Sub-21” em Portugal.


Até agora, apenas as Associações em cujo território se disputassem os jogos recebiam era beneficiadas financeiramente. A Direcção da FPF aprovou a duplicação da percentagem que era distribuída (de 5% para 10%) e distribuí-la pelas 22 Associações do país.


“Estou muito satisfeito por poder anunciar esta medida que era um desejo legítimo dos sócios da Federação e uma dos nossos compromissos eleitorais, por entendermos que as Selecções Nacional devem ser, cada vez mais, um factor agregador de todo o futebol português.


As Selecções são, de facto, de todo o país, de todos os portugueses, pelo que a distribuição equitativa por todas as Associações Regionais e Distritais de uma percentagem das receitas que geram é uma decisão justa, que representa mais um esforço da FPF no sentido de apoiar o futebol de todo o país.


Sabemos que esta medida vai, antes de mais, favorecer as associações mais pequenas e com menores recursos. Esse é também o nosso propósito: fazer uma discriminação positiva no sentido de atenuar desigualdades no acesso a receitas.”, disse o Presidente da FPF.

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