sábado, 4 de outubro de 2014

«Recebi duas mensagens de Paulo Bento» – Fernando Santos.

O novo selecionador de Portugal, Fernando Santos, confirmou que mantém uma boa relação com Paulo Bento e que continuam a trocar mensagens.

«Muito bem. Recebi duas mensagens. Uma logo quando foi o castigo, ele disse-me: “mister, estou fora, soube agora do castigo, o que precisar da minha parte ao seu dispor”. Recebi outra a seguir à minha contratação a desejar as maiores felicidades e mandei-lhe mensagem no dia seguinte à saída da Seleção», afirmou Fernando Santos, em declarações a A BOLA TV.

Seleção da Argentina confirma jogo de preparação contra Portugal a 18 de novembro.

A seleção argentina de futebol confirmou, esta sexta-feira, que irá defrontar a Seleção Nacional num jogo de preparação que terá lugar em Old Trafford, Manchester, no próximo dia 18 de novembro.

A notícia já tinha sido veiculada pela imprensa e foi agora confirmada na conta oficial do Twitter dos vice-campeões mundiais.

Do lado da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) ainda não houve confirmação.

«Meireles, Veloso e João Pereira não têm jogado com regularidade» - Fernando Santos.

Fernando Santos justificou, esta sexta-feira, as ausências de Raul Meireles, Miguel Veloso e João Pereira da lista de convocados da Seleção Nacional pelo sua pouca utilização nos respetivos clubes.

«São jogadores que ainda têm muito para dar à seleção, mas como não têm jogado com regularidade nos respetivos clubes, não preenchem, neste momento, os requisitos para serem chamados», disse o selecionador da equipa das quinas.

«Tiago enviou carta à Federação para voltar» - Fernando Santos.

Fernando Santos pronunciou-se, esta sexta-feira, sobre o regresso de Tiago à Seleção Nacional, que havia renunciado em 2011 por considerar que tinha terminado o seu ciclo na equipa das quinas.

«Tiago enviou carta à Federação a pedir para recunciar, mas depois enviou outra a pedir para voltar», advogou o selecionador luso. 

Sobre Ricardo Carvalho, que também havia renunciado à formação das quinas, o selecionador defendeu que o defesa «preenche todos os requisitos pela sua qualidade» e experiência.

«Não existe limite de idade para convocar jogadores. Quando falamos em Seleção, a experiência deve ser tida em conta. Foi por isso que chamei o Ricardo Carvalho», defendeu.

«Não sou apologista de jogadores naturalizados» - Fernando Santos.

Fernando Santos diz não ser adepto da naturalização de jogadores, não acreditando que um atleta recém-chegado a Portugal deva fazê-lo unicamente para poder integrar a Seleção. 

«Não é uma questão de aceitar, mas por princípio, não sou apologista de um jogador naturalizar-se só para poder jogar na seleção. Não faz sentido um jogador que não conheça a língua nem a cultura portuguesa fazê-lo», afirmou o selecionador luso, em entrevista a A BOLA TV. 

«França será determinante para testar as minhas ideias» - Fernando Santos.

Fernando Santos considera que o jogo particular com a França será determinante para avaliar as ideias que quer implementar na equipa.

«Vou ter de aproveitar o jogo com a França para testar as minhas ideias, para depois tirar daí as minhas conclusões sobre a filosofia que quero para futuro», disse o selecioandor nacional a A BOLA TV, mostrando-se preparado para o embate com a Dinamarca, esse já referente à qualificação para o Europeu. 

«Vou usar todas as armas que tiver à minha disposição para derrotar a Dinamarca».

«Daqui a um mês poderão estar aqui outros jogadores» - Fernando Santos.

Fernando Santos admitiu que a rotatividade de jogadores é importante na altura de chamar atletas à equipa das quinas, dando como exemplo o trabalho que desempenhou ao serviço da seleção da Grécia. 

«O jogador que estiver melhor é aquele que pode entrar. Procuro ter sempre um espírito aberto. Na Grécia, fui sempre experimentando e convocando jogadores. A minha abertura é total. Daqui a um mês poderão estar aqui outros jogadores», disse Fernando Santos.

Sobre a dependência de Portugal em relação a Cristiano Ronaldo, o selecionador nacional foi perentório.

«Sempre houve dependência das equipas em relação a alguns jogadores. Quando tens génios, a orquestra anda atrás deles», advogou.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

José Fonte «extremamente feliz e orgulhoso».

O central português José Fonte exultou, esta sexta-feira, com a primeira chamada à Seleção Nacional, sublinhando ser «o sonho de qualquer jogador».

«Estou extremamente feliz e orgulhoso. É uma honra enorme representar o meu país. É o sonho de qualquer jogador. Trabalhei muito para isto e durante muito tempo. Tive a oportunidade e agora começa a ´guerra` a sério, porque quero manter o meu lugar», assegurou José Fonte, em entrevista publicada pelo Southampton.

Também na sua conta pessoal no Twitter, o central luso deixou uma mensagem de agradecimento: «Hoje é um dia de orgulho para mim, para a minha família, amigos e fãs. Obrigada a todos pelo apoio constante».

«Estou feliz por voltar a vestir esta camisola» – Quaresma.

O extremo Ricardo Quaresma aproveitou as redes sociais para agradecer o facto de ter sido convocado para a Seleção Nacional, que irá defrontar a França e a Dinamarca.

«Amigos estou muito feliz pela oportunidade de voltar a vestir esta camisola. Obrigado a todos, força Portugal», escreveu Quaresma, na rede social «Facebook».

O extremo, que conta com 35 internacionalizações, de 31 anos, esteve entre os pré-convocados para o Mundial, mas acabou por ficar de fora.

«Há muito que ambicionava chegar à Seleção Nacional» - Ivo Pinto.

Ivo Pinto mostrou, esta sexta-feira, a sua felicidade por ter sido convocado pela primeira vez à Seleção Nacional, naquela que foi a primeira convocatória de Fernando Santos.

«É uma felicidade enorme. Há muito que ambicionava chegar à Seleção Nacional e poder representar o meu País e por isso recebo a notícia desta convocatória com muito contentamento», afirmou o lateral direito do Dínamo Zagreb, em declarações à Antena 1.

Para o jogador do atual campeão da Croácia, a sua chamada à equipa das quinas «é sinal de que foram abertas novas portas».

«Espero que corra tudo bem com os novos jogadores e possamos ajudar a equipa a alcançar os seus objetivos», acrescentou.

«Ronaldo está ótimo. Não lhe ia perguntar quem vem, esse é meu papel», diz Fernando Santos.

O nome de Cristiano Ronaldo esteve em quase todas as perguntas, portanto também nas respostas. O jogador do Real Madrid não esteve no jogo com a Albânia e foi agora chamado, apesar de ter terminado o jogo com o Ludogorets com queixas. A sua influência como capitão termina na responsabilidade de selecionador. 

«A sua condição física? Está ótimo! Claro que já falei com ele, mas não ia perguntar ao Ronaldo quem tem de vir à seleção, esse é o meu papel, não é o dele. Perguntar isso a um jogador é passar a batata quente. A responsabilidade é sempre minha e é também uma das minhas funções construir um grupo forte», disse.

Fernando Santos fechou depois a porta sobre a tática para o jogo com a Dinamarca, que vai ter de «mostrar» três dias antes com a França com pouco tempo para trabalhar. Com apenas Éder como ponta de lança, não quis dizer se Ronaldo vai fazer também esse papel ou se joga sem nenhum. 

«Não vou abrir o jogo, mas tenho a minha ideia já. Se tivesse que dizer dizia já o que vou fazer. Se respondesse agora abria demasiado o jogo. Com a França posso ter abrir um bocadinho, pois vamos preparar o jogo com a Dinamarca, se calhar vou ter de usar o que estou a pensar... Tenho convicção clara do que vou fazer, como atuar nos vários momentos do jogo. Daqui a um mês pode ser diferente, mas agora sei o que quero que a equipa faça. Só há 72 horas entre cada jogo. Tenho pouco tempo para preparar o jogo com a Dinamarca, vou aproveitar para o projetar não esquecendo o jogo com a França – uma das razões é os emigrantes, sei que estão à espera, a paixão que têm, temos de saber corresponder a isso tudo também», avaliou.

24 jogadores com receio por Coentrão
A convocatória tem 24 jogadores, sobressaindo três laterais esquerdos: Fábio Coentrão, Antunes e Eliseu. «A informação que tenho é que o Fábio está bem, mas há uma margem de alguma insegurança», disse.