O internacional português João Pereira assumiu, esta segunda-feira, que ninguém jogador irá esconder a cara após o jogo, de quinta-feira, frente ao Gana.
«Depois do jogo com o Gana todos os jogadores vão estar cá para dar a cara e ninguém se vai esconder», garantiu João Pereira em conferência de Imprensa.
O lateral assumiu que todos esperavam um resultado diferente na partida frente aos Estados Unidos.
«Tínhamos a responsabilidade e o dever de derrotar os Estados Unidos. Ninguém está mais triste do que nós, porque vivemos em primeira mão o que tem acontecido. Não pensávamos que iríamos perder por 4-0 frente à Alemanha e que iríamos empatar frente aos Estados Unidos. São coisas sem explicação.»
terça-feira, 24 de junho de 2014
«É preciso quase um milagre» – João Pereira.
Depois de terem sido goleados frente à Alemanha (4-0) e empatado ao cair do pano diante os Estados Unidos (2-2), o lateral João Pereira reconheceu que será preciso um milagre frente ao Gana e no outro jogo do grupo para garantirem a continuidade no Mundial.
«Enquanto for matematicamente possível temos de acreditar. Sabemos que será preciso uma conjugação de resultados, que não são fáceis de alcançar. Será preciso um milagre, mas temos de nos agarrar na réstia de esperança. Vamos fazer o nosso trabalho, representar bem as nossas cores e garantir a vitória. Depois, vamos esperar o que vai acontecer no outro jogo», afirmou João Pereira, em conferência de Imprensa.
«Enquanto for matematicamente possível temos de acreditar. Sabemos que será preciso uma conjugação de resultados, que não são fáceis de alcançar. Será preciso um milagre, mas temos de nos agarrar na réstia de esperança. Vamos fazer o nosso trabalho, representar bem as nossas cores e garantir a vitória. Depois, vamos esperar o que vai acontecer no outro jogo», afirmou João Pereira, em conferência de Imprensa.
segunda-feira, 23 de junho de 2014
Sobram 18 para o Gana
O azar não pára de perseguir Portugal e ontem lesionaram-se mais dois jogadores, algo que torna a Seleção Nacional na mais afetada por problemas físicos nesta fase de Grupos do Mundial 2014.
Ocenário está cada vez mais preocupante e Paulo Bento corre neste momento o risco de só ter 18 disponíveis para o decisivo jogo com os ganeses. Hélder Postiga lesionou-se logo ao passar do primeiro quarto de hora. Oavançado acabou por se sentar no relvado, agarrado à perna esquerda, dando logo ideia de ter uma lesão muscular. Aos 16’ teve mesmo de ser substituído por Éder.
Pouco depois, William Carvalho começou a fazer exercícios de aquecimento, na altura nem se percebeu bem quem estava em dificuldades. Era André Almeida. O improvisado lateral-esquerdo ainda aguentou até ao intervalo mas também acabou por ter de ceder o seu lugar.
Estas lesões juntam-se às do primeiro jogo, que causou três baixas na comitiva portuguesa. Fábio Coentrão abandonou mesmo o Brasil, pois o tempo de recuperação previsto ultrapassava o do próprio Mundial.
Hugo Almeida, também substituído durante o confronto com os alemães, continua com o grupo mas desde logo ficou afastado dos dois jogos da fase de grupos. Ou seja, só volta a participar no Mundial se Portugal chegar aos “oitavos”. Já Rui Patrício aguentou até ao fim no jogo de estreia mas também estava lesionado. Também só poderá voltar se Portugal chegar à fase seguinte.
Ocenário está cada vez mais preocupante e Paulo Bento corre neste momento o risco de só ter 18 disponíveis para o decisivo jogo com os ganeses. Hélder Postiga lesionou-se logo ao passar do primeiro quarto de hora. Oavançado acabou por se sentar no relvado, agarrado à perna esquerda, dando logo ideia de ter uma lesão muscular. Aos 16’ teve mesmo de ser substituído por Éder.
Pouco depois, William Carvalho começou a fazer exercícios de aquecimento, na altura nem se percebeu bem quem estava em dificuldades. Era André Almeida. O improvisado lateral-esquerdo ainda aguentou até ao intervalo mas também acabou por ter de ceder o seu lugar.
Estas lesões juntam-se às do primeiro jogo, que causou três baixas na comitiva portuguesa. Fábio Coentrão abandonou mesmo o Brasil, pois o tempo de recuperação previsto ultrapassava o do próprio Mundial.
Hugo Almeida, também substituído durante o confronto com os alemães, continua com o grupo mas desde logo ficou afastado dos dois jogos da fase de grupos. Ou seja, só volta a participar no Mundial se Portugal chegar aos “oitavos”. Já Rui Patrício aguentou até ao fim no jogo de estreia mas também estava lesionado. Também só poderá voltar se Portugal chegar à fase seguinte.
«Não é normal tantas lesões» - Hélder Postiga.
Hélder Postiga foi apanhado pela onda de lesões que assolou a Seleção Nacional no Brasil.
«Temos uma réstia de esperança e é nisso que temos que acreditar. Temos tido muitos contratempos. Não é normal tantas lesões, tantos jogadores lesionados, o que condiciona todas as estratégias. Não encontro explicação. São apenas coincidências», afirmou o avançado, substituído na primeira parte do jogo com os EUA.
«Temos uma réstia de esperança e é nisso que temos que acreditar. Temos tido muitos contratempos. Não é normal tantas lesões, tantos jogadores lesionados, o que condiciona todas as estratégias. Não encontro explicação. São apenas coincidências», afirmou o avançado, substituído na primeira parte do jogo com os EUA.
Treino em Campinas cancelado.
O treino da Seleção Nacional, previsto para esta segunda-feira, foi cancelado, anunciou a assessoria de Imprensa da Federação Portuguesa de Futebol.
A sessão estava marcada para 19.30 horas, no centro de treinos do Ponte Preta, em Campinas.
Às 18.45 horas terá lugar a conferência de Imprensa com um jogador.
O regresso ao trabalho está marcado para as 15 horas de terça-feira.
O jogo com o Gana realiza-se quinta-feira, a partir das 17 horas, em Brasília.
A sessão estava marcada para 19.30 horas, no centro de treinos do Ponte Preta, em Campinas.
Às 18.45 horas terá lugar a conferência de Imprensa com um jogador.
O regresso ao trabalho está marcado para as 15 horas de terça-feira.
O jogo com o Gana realiza-se quinta-feira, a partir das 17 horas, em Brasília.
O que é preciso para Portugal ir aos "oitavos"
Após o empate arrancado a ferros com os EUA (2-2), Portugal fica de calculadora na mão a fazer contas para poder seguir em frente no Mundial'2014. A vida dos Conquistadores ficou complicada, mas ainda há uma réstia de esperança. Para começar, há a obrigação absoluta de conquistar uma vitória sobre o Gana, à qual se tem de somar preferencialmente um triunfo da Alemanha sobre os EUA - o empate é o único cenário que atira a equipa das quinas diretamente para fora da competição.
Ora, Portugal apresenta, neste momento, uma diferença negativa de cinco golos. Por isso mesmo, há que dar a volta a esse diferencial negativo. Por exemplo, caso a Alemanha derrote os EUA por um golo de diferença, obriga Portugal a golear o Gana por 4-0 mas, curiosamente, o contrário não é válido. Por uma razão: se fosse a Alemanha a vencer por 4-0 e Portugal por 1-0, a Seleção Nacional anularia o fator "diferença de golos" mas não o fator de desempate seguinte, o "maior número de golos marcados", já que os portugueses ficariam com 3 concretizados quando os norte-americanos somariam 4.
Desta forma, para contornar este último critério seria necessário, por exemplo, uma diferença combinada de 5 golos mas com Portugal a marcar no mínimo 3, já que dessa forma poderiamos passar a ter mais golos marcados, logo vantagem também neste critério.
É possível haver sorteio
Num cenário extremo e rocambolesco, é possível que tudo se decida através de... um sorteio. Para tal, Portugal teria de bater o Gana por 2-0 e os EUA perderem por 3-0. As duas equipas ficariam com um diferencial de golos de 4-6 (recorde-se que no confronto direto dá um empate).
Triunfo dos EUA complica mas não afasta
Seria incorreto afirmar que a única forma de Portugal seguir em frente era conjugar a vitória sobre o Gana com um triunfo da Alemanha. É que os EUA também podem derrotar a Alemanha, mas a diferença de golos ainda fica mais complicada de superar, quase impossível. Neste caso, a tal soma da diferença de golos (no caso, Portugal em relação ao Gana e EUA em relação à Alemanha) teria de ser de nove... Quem acredita?
Ora, Portugal apresenta, neste momento, uma diferença negativa de cinco golos. Por isso mesmo, há que dar a volta a esse diferencial negativo. Por exemplo, caso a Alemanha derrote os EUA por um golo de diferença, obriga Portugal a golear o Gana por 4-0 mas, curiosamente, o contrário não é válido. Por uma razão: se fosse a Alemanha a vencer por 4-0 e Portugal por 1-0, a Seleção Nacional anularia o fator "diferença de golos" mas não o fator de desempate seguinte, o "maior número de golos marcados", já que os portugueses ficariam com 3 concretizados quando os norte-americanos somariam 4.
Desta forma, para contornar este último critério seria necessário, por exemplo, uma diferença combinada de 5 golos mas com Portugal a marcar no mínimo 3, já que dessa forma poderiamos passar a ter mais golos marcados, logo vantagem também neste critério.
É possível haver sorteio
Num cenário extremo e rocambolesco, é possível que tudo se decida através de... um sorteio. Para tal, Portugal teria de bater o Gana por 2-0 e os EUA perderem por 3-0. As duas equipas ficariam com um diferencial de golos de 4-6 (recorde-se que no confronto direto dá um empate).
Triunfo dos EUA complica mas não afasta
Seria incorreto afirmar que a única forma de Portugal seguir em frente era conjugar a vitória sobre o Gana com um triunfo da Alemanha. É que os EUA também podem derrotar a Alemanha, mas a diferença de golos ainda fica mais complicada de superar, quase impossível. Neste caso, a tal soma da diferença de golos (no caso, Portugal em relação ao Gana e EUA em relação à Alemanha) teria de ser de nove... Quem acredita?
«Independentemente de tudo, tenho orgulho em ser português» - Fábio Coentrão.
Depois de ter saído lesionado do jogo frente à Alemanha, foi já em Portugal que Fábio Coentrão assistiu à partida frente aos Estados Unidos. No final incentivou os companheiros.
«Independentemente de tudo, tenho orgulho em ser português e na minha seleção! Ainda é possível, por isso todos nós acreditamos! Força Portugal», escreveu o lateral no Twitter.
«Independentemente de tudo, tenho orgulho em ser português e na minha seleção! Ainda é possível, por isso todos nós acreditamos! Força Portugal», escreveu o lateral no Twitter.
Paulo Bento e o Estados Unidos-Alemanha: «Jamais desconfiarei de colegas de profissão».
Um empate no jogo entre os Estados Unidos-Alemanha afasta de imediato Portugal do Mundial, mesmo que a equipa das quinas vença o Gana. Mas Paulo Bento não acredita em combinações na outra partida do grupo G.
«Neste momento temos é de olhar para dentro de nossa casa. Temos de estar preocupados com o nosso jogo. Aquilo que jamais farei é desconfiar de colegas de profissão. Os Estados Unidos e a Alemanha vão disputar um jogo em que tentarão ganhar e nós o mesmo frente ao Gana», afirmou em conferência de imprensa.
Recorde-se que o selecionador dos Estados Unidos é o alemão Jurgen Klinsmann, que já foi selecionador do seu país entre 2004 e 2006.
«Neste momento temos é de olhar para dentro de nossa casa. Temos de estar preocupados com o nosso jogo. Aquilo que jamais farei é desconfiar de colegas de profissão. Os Estados Unidos e a Alemanha vão disputar um jogo em que tentarão ganhar e nós o mesmo frente ao Gana», afirmou em conferência de imprensa.
Recorde-se que o selecionador dos Estados Unidos é o alemão Jurgen Klinsmann, que já foi selecionador do seu país entre 2004 e 2006.
«A tristeza é muita» - Nani.
Nani admitiu a tristeza que reina no seio da seleção após o empate frente aos Estados Unidos, diz que os jogadores deram o seu melhor mas que foram surpreendidos na segunda parte.
«Estamos desiludidos. Queríamos ganhar o jogo para alimentar o sonho. Agora, está mais difícil, é muita a tristeza. Demos o máximo em jogo difícil. Agora é descansar e ver o que se pode fazer no próximo. Estamos conscientes de que é muito difícil. Demos tudo, o nosso melhor. Entrámos a ganhar, mas fomos surpreendidos na segunda parte. Depois foi complicado», afirmou o extremo em declarações à RTP.
«Estamos desiludidos. Queríamos ganhar o jogo para alimentar o sonho. Agora, está mais difícil, é muita a tristeza. Demos o máximo em jogo difícil. Agora é descansar e ver o que se pode fazer no próximo. Estamos conscientes de que é muito difícil. Demos tudo, o nosso melhor. Entrámos a ganhar, mas fomos surpreendidos na segunda parte. Depois foi complicado», afirmou o extremo em declarações à RTP.
«A esperança é a última a morrer» - Beto.
Beto, o escolhido por Paulo Bento para defender a baliza de Portugal no jogo com os EUA, diz que no seio do grupo de trabalho ainda existe a esperança no apuramento para os oitavos de final do Mundial.
«Temos um sentimento de frustração porque trazíamos uma grande ilusão para este jogo. Na minha perspetiva fizemos um bom jogo, em condições difíceis e contra um adversário difícil. Nunca jogamos sozinhos. Fizemos uma primeira parte muito boa, abanámos um pouco com o golo dos EUA, fomos para a frente à procura da vitória e eles fizeram o segundo em contra-ataque. Voltámos a correr atrás do prejuízo e o golo do Varela dá-nos uma réstia de esperança», analisou o guarda-redes, em declarações à RTP.
«Não era o cenário que queríamos mas é o cenário que temos. É a esta esperança que temos de nos agarrar e olhar para o jogo com o Gana. A esperança é a última a morrer. No balneário sente-se e respira-se essa esperança. É difícil, não queríamos ter um ponto ao fim de dois jogos», reconheceu Beto.
«Temos um sentimento de frustração porque trazíamos uma grande ilusão para este jogo. Na minha perspetiva fizemos um bom jogo, em condições difíceis e contra um adversário difícil. Nunca jogamos sozinhos. Fizemos uma primeira parte muito boa, abanámos um pouco com o golo dos EUA, fomos para a frente à procura da vitória e eles fizeram o segundo em contra-ataque. Voltámos a correr atrás do prejuízo e o golo do Varela dá-nos uma réstia de esperança», analisou o guarda-redes, em declarações à RTP.
«Não era o cenário que queríamos mas é o cenário que temos. É a esta esperança que temos de nos agarrar e olhar para o jogo com o Gana. A esperança é a última a morrer. No balneário sente-se e respira-se essa esperança. É difícil, não queríamos ter um ponto ao fim de dois jogos», reconheceu Beto.
«Nada faria prever a lesão de Postiga» - Paulo Bento.
Paulo Bento comentou as lesões de Hélder Postiga e André Almeida, que forçou às saídas dos dois jogadores no embate frente aos Estados Unidos.
«As lesões são difíceis de explicar num bolo, têm de ser analisadas individualmente. Tivemos outra vez uma situação no início do jogo, que nada faria prever, a questão do Hélder. Não me parece que seja grave. André Almeida? Deu um mau jeito durante a primeira parte e teve de sair», afirmou o técnico nacional.
«As lesões são difíceis de explicar num bolo, têm de ser analisadas individualmente. Tivemos outra vez uma situação no início do jogo, que nada faria prever, a questão do Hélder. Não me parece que seja grave. André Almeida? Deu um mau jeito durante a primeira parte e teve de sair», afirmou o técnico nacional.
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